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Indicadores de conflitos e problemas
Alguns indicadores típicos de problemas inter-relacionais a serem abordados num processo terapêutico seja familiar, casal ou individual:
A falta de entendimento em vários temas cotidianos, no qual as discussões e/ou brigas parecem que só agravam a situação e nunca se chega a ponto algum.
- Falta de vontade de levar adiante os projetos de vida e de cuidar de si.
- As crianças manifestam rapidamente suas insatisfações, em alguns casos
extremados, podem se mostrar: poderosas ou apáticas, descuidadas (acidentes)
ou zelosas (cuidam dos adultos), aplicadas ou displicentes com os estudos...
- Enfim, elas apresentam sinais de que algo não está certo.
- O ambiente em casa é pesado, parece que ninguém se importa com ninguém, só
falam das coisas ruins do outro e um tom acusatório permeia as conversas.
- No casal a diminuição da cumplicidade, do desejo sexual, do romance, etc. As
trocas de idéias sobre sonhos e sentimentos não ocorrem mais. A energia se
esvai na procura do amor, aprovação, reconhecimento ou nas brigas pelo
"outro" não ter provido algo.
- No casal permeia o sentimento de interdição às preocupações individuais, os
"eu's" que compõe o casal não existem e o "nós" está
mais para um "sufocante nó" dadas as fortes exigências mútuas.
Impossibilitados de mudar, só vislumbram soluções extremadas seja de
intensificarem a união (apertar o nó - cobranças, regras rígidas, etc.) ou
de se isolarem (se afastam ou rompem a relação).
- Há pouca ou nenhuma diversão conjunta e, também, perda da espontaneidade quando
estão juntos. Fica um sentimento de que é melhor estar com outras pessoas ou
outros familiares do que com a própria família ou com o companheiro(a).
Enfim, uma impressão que todos estão evitando de se encontrarem: os filhos
estão sempre nos amigos e ele(a) fica mais tempo na casa dos país do que na
própria casa.
Certamente
existem fases em que os conflitos são mais emergentes. Os tópicos acima são
para auxiliar a reconhecer se há uma contínua piora, que demande de auxílio,
ou se só foi uma fase passageira.
Reconhecendo um derrame
Uma batida na cabeça pode ocasionar um derrame cerebral. Às vezes os sintomas do
derrame são difíceis de identificar e às vezes
podem ser fáceis. Na dúvida leve a pessoa que sofreu o
impacto ao médico. Quando a pessoa se recusa a ir ao médico
peça a ela para:
1. SORRIR;
2. LEVANTAR AMBOS OS BRAÇOS e
3. FALAR UMA SENTENÇA SIMPLES (Não é para ela
repetir algo, vá conversando e repare na facilidade
e naturalidade da articulação das palavras e na coerência
das frases).
Mesmo que pareça que não foi nada, mas o acidentado apresentou problemas com
qualquer uma destas tarefas simples, procure um médico imediatamente.
Índice de Massa Corporal - IMC
O cálculo do índice de Quételet ou IMC é realizado dividindo o peso
(em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado, ou seja,
IMC = peso / (altura * altura)
Após o cálculo um valor entre 20 e 25, para adultos, seria considerado
adequado (alguns autores
utilizam 18 a 25); sim "seria", pois
o IMC não pode e nem deve ser o único fator a ser considerado
na determinação do limiar peso-estatura e/ou saúde do
indivíduo. O IMC se popularizou pela simplicidade do cálculo e da
disponibilidade destes dados nos prontuários médicos e escolares que
possibilitou Quételet obter um indicador da população. Embora seja útil o
IMC não indica a condição
cardiovascular; nutrição; massa
magra (musculatura, ossos...); mudanças corporais típicas
da idade; etc. Portanto, deve-se tomar o devido cuidado em considerar que estar com o IMC dentro da
faixa designada como "normal" indique uma boa condição
nutricional e/ou de saúde.
Certamente que um IMC fora desta faixa deve ser tomado como um sinal de alerta e na dúvida sobre o seu estado de saúde, procure seu médico.
Conforme a Sociedade Brasileira de Cardiologia juntamente ao IMC é interessante verificar a circunferência abdominal, com uma fita métrica verifique (na altura do umbigo) o perímetro do abdomem. Os valores satisfatórios para pessoas de estatura mediana são: homens até 94 cm e mulheres até 80 cm, valores superiores podem ser um indicativo para outras doenças. Para pessoas cujas estaturas não condizem com a média da população, alguns pesquisadores sugerem um cálculo de correção que relaciona a estatura e a circunferência do quadril e a circunferência abdominal.
A atual tendência é de divulgar a medida da circunferência abdominal e não a relação abdomem/quadril, que seria mais apropriada. Tal tendência se deve aos problemas causados no acúmulo de erros das medidas e na dificuldade de compreensão por parte do grande público. O ideal seria a medição direta da camada de gordura com técnicas sofisticadas como ultra-som ou ressonância magnética, mas tais procedimentos são inacessíveis para a maioria da população.
A idéia central é que a tendência de acúmulo de gordura seja a parte visível de outros problemas de saúde como hipertensão e diabetes (... doenças silenciosas ...). Desta forma o tratamento da obesidade necessita a interferência de vários profissionais, pois fatores como ansiedade, hábitos alimentares, exercícios, características sócio-econômicas, metabolismo, estado geral de saúde etc devem ser considerados.
Os regimes alimentares restritivos podem trazer problemas nutricionais adicionais, pois as restrições
costumam ser tanto em quantidade como em qualidade, propiciando a falta tanto de nutrientes quanto de micronutrientes. Conforme um
estudo publicado na American Psychologist quase dois terços das pessoas
que optam por dietas restritivas, sem qualquer indicação médica, como forma de redução de
peso, em aproximadamente dois anos, voltaram ao mesmo ou ultrapassam o peso que tinham
antes da dieta, um efeito muito conhecido popularmente e possui o apelido de
"sanfona". Deste estudo se conclui que a melhor solução é a gradual
incorporação nos hábitos diários de exercícios acompanhados pela
reeducação alimentar, tarefa nem sempre fácil ou simples, pois exige
reverter décadas de costumes considerados naturais (e mantidos por familiares e amigos).
A mudança de hábitos é difícil e requer perseverança, bem como o apoio de toda a família e/ou pessoas que convivem no mesmo ambiente. O que deve ser feito não é novidade e tem sido amplamente divulgado pela mídia: a) faça exercícios diários (nunca em jejum!!) b) faça 4 ou 5 refeições diárias bem equilibradas cuja qualidade e quantidade calórica seja compatível com as atividades executadas, c) consuma mais frutas, verduras e alimentos com fibras, d) evite alimentos gordurosos, docinhos, salgadinhos etc., e) troque sempre que possível as bebidas alcoolicas e refrigerantes por água, f) aprenda a se conhecer, bem como as fontes de angústias e frustrações de sua vida e para os momentos de crise só tenha alimentos saudáveis a mão, como salada de frutas sobretudo com frutas cítricas, g) mantenha um acompanhamento médico e h) tenha em mente que esses novos hábitos são para toda a vida...
Obs.: Anvisa RE 833 de março 2007 - Determinada apreensão de todos os produtos, suplementos e
afins que contenham o Ácido Linoléico Conjugado (CLA) conhecidos como "queimadores de gordura"
Estudo sobre obesidade como fator social > New
England Journal of Medicine número 357
SOM ALTO
Já é de amplo conhecimento que o som alto é prejudicial, causa danos progressivos e irreversíveis.
O que é mais difícil de saber são os limites, na tabela algumas recomendações para que a exposição às pressões sonoras não se tornem prejudiciais.
A dica é: evite e/ou se afaste de sons elevados, caso não seja possível tampe os ouvidos.
Ficou exposto a um som elevado e depois o ouvido ficou zunindo? Então muito provavelmente houve uma lesão, mesmo que pequena é irreversível. Caso o hábito/condição de exposição ao som elevado não for modificado o indivíduo ficará surdo.
É interessante notar que acima de 120 dB e, sobretudo, com frequências baixas (sons graves) há um grande risco de lesionar outras células do corpo que as do ouvido, são conhecidos os casos de cegueira originada por exposição a sons elevados. Já foi num show e a música estava tão alta que o corpo todo vibrou? É isso, você já sabe do que estamos falando...
Lixo & Materiais
É interessante ver a transformação ocorrida com um objeto que adentra na
dimensão do "lixo". Em uma fração de segundos algo
que era até então útil ou comestível
ao ser descartado adquire nossa total repulsa.
Os significados estão atados com a nossa prática cotidiana e com o "lixo" não
é diferente, podemos mudar seu significado com uma experiência
bem simples e que pode ser realizada sem maiores esforços.
Inicie separando somente os orgânicos dos inorgânicos.
Experimente! Num pequeno balde com tampa coloque todos os restos de
comida, cascas, etc. E, num outro recipiente coloque garrafas, latas,
sacolas, sacos, isopor, vidros, etc.
Alguns dizem que a repulsa
vem do odor dos materiais orgânicos que entram rapidamente
em decomposição. Os demais materiais - secos - não causam
maiores reações e podem ficar semanas estocados até
serem descartados ou se precisar pode até reaproveita-los.
Faça a sua comparação
entre os orgânicos e os inorgânicos, quanto a massa,
odor, aparência, insetos, etc., e depois nos conte.
Verão e Piscinas
No verão as piscinas
fazem a diversão da criançada e, também, são
uma fonte de preocupação para os pais. O melhor é
ter para os pequenos piscinas pequenas e mesmo assim sempre um adulto
tomando conta.
As piscinas maiores podem ser protegidas por lona, cerca ou deck removível. Cada opção
possui vantagens e desvantagens. As lonas podem afundar se a criança
tentar andar sobre ela. As cercas são efetivas e conferem uma certa
tranquilidade. Os decks isolam totalmente a piscina e as crianças
ganham uma área adicional para brincar quando a piscina não
estiver em uso, o que não ocorre com as lonas ou cercas.
Além da proteção
contra acidentes e afogamentos deve-se ter um bom cuidado com a qualidade
da água, uma vez que a ausência ou excesso de elementos
químicos podem ser prejudiciais à saúde. O tratamento
da água e a adição do desinfetante (como o "cloro") são dois
procedimentos básicos que devem ser realizados
e controlados periodicamente.
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